Tibouchina serrana


NOME CIENTÍFICO: TIBOUCHINA MUTABILIS
NOMES POPULARES: MANACÁ-DA-SERRA, TIBOUCHINA SERRANA
O MANACÁ-DA-SERRA É UMA ÁRVORE SEMI-DECÍDUA NATIVA DA MATA ATLÂNTICA, QUE SE POPULARIZOU RAPIDAMENTE NO PAISAGISMO DEVIDO AO SEU FLORESCIMENTO ESPETACULAR. SEU PORTE É BAIXO A MÉDIO, ATINGINDO DE 6 A 12 M DE ALTURA E CERCA DE 25 CM DE DIÂMETRO DE TRONCO. AS FOLHAS SÃO LANCEOLADAS, PILOSAS, VERDE-ESCURAS E COM NERVURAS LONGITUDINAIS PARALELAS. AS FLORES APRESENTAM-SE SOLITÁRIAS E SÃO GRANDES, VISTOSAS E DURÁVEIS. ELAS DESABROCHAM COM A COR BRANCA E GRADATIVAMENTE VÃO TORNANDO-SE VIOLÁCEAS, PASSANDO PELO ROSA. ESTA PARTICULARIDADE FAZ COM QUE NA MESMA PLANTA SEJAM OBSERVADAS FLORES DE TRÊS CORES. A FLORAÇÃO OCORRE NO VERÃO E A FRUTIFICAÇÃO NO OUTONO. O MANACÁ DEVE SER CULTIVADO SOB SOL PLENO, EM SOLO FÉRTIL, DRENÁVEL, ENRIQUECIDO COM MATÉRIA ORGÂNICA E IRRIGADO PERIODICAMENTE POR PELO MENOS UM ANO APÓS O PLANTIO NO LOCAL DEFINITIVO. PLANTA CARACTERÍSTICA DE CLIMA TROPICAL ÚMIDO, É TOLERANTE AO CLIMA AMENO DAS REGIÕES SUBTROPICAIS. MULTIPLICA-SE POR SEMENTES, ESTACAS E ALPORQUES. A VARIEDADE ‘NANA’ (MANACÁ-DA-SERRA-ANÃO) SÓ PODE SER MULTIPLICADA POR ESTAQUIA E ALPORQUIA, POIS OS DESCENDENTES ORIUNDOS DE SEMENTES, PODEM NÃO APRESENTAR AS CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DESTA VARIEDADE E ATINGIR O PORTE ARBÓREO.